Conheça a história do nosso laboratório

Nossa devida homenagem ao professor Alfredo Ximenezɫ, eminente mastozoólogo e fundador emérito do Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LAMAQ), da Universidade Federal de Santa Catarina e de sua coleção científica de mamíferos nos idos de 4 de maio de 1988. 

Professor Alfredo Ximenez, mentor do LAMAQ, sua esposa, Graciela Canela e o professor e coordenador do laboratório, Paulo César SImões-Lopes (atrás).

Atualmente, o laboratório e seu grupo de pesquisa são referência internacional, tendo colaborado, diretamente, na organização e realização de congressos latino-americanos, simpósios, mesas-redondas e conferências, além de inúmeros cursos de extensão universitária e na formação de jovens cientistas biólogos, oceanógrafos e veterinários. Dezenas de trabalhos de conclusão de curso de graduação, mestrado e doutorado têm se valido das dependências do LAMAQ, do ambiente produtivo de trabalho, do sério treinamento de iniciação científica e de sua coleção de referência.

Nós estudamos a qualidade ambiental através das baleias, golfinhos, lontras, focas e lobos-marinhos que habitam a costa do Brasil, em especial, o litoral catarinense. Estudamos a ecologia, a etnobiologia, o comportamento e a bioacústica desses animais, sua ecologia alimentar e o que pode ser lido nos isótopos estáveis e pela biologia molecular, a morfologia e biomecânica de seus esqueletos e dentes, a zooarqueologia, a sistemática, a taxonomia, e as doenças que lhes acometem.  Buscamos conhecer os impactos antropogênicos e propor soluções para a Conservação. 

Crânios de golfinho nariz de garrafa (Tursiops truncatus) na coleção cietífica do laboratório. 

Esqueleto desmontado de lobo marinho (Arctocephalus australis).

Diversos crânios de golfinho nariz de garrafa (Tursiops truncatus) para oficina prática sobre seus ecótipos, offshore e coastal, realizada no laboratório aos integrantes.

Da esquerda para a direita: Paulo C. Simões-Lopes, Carolina Gutstein, Gabriela Oliveirta, Danela Fettuccia, Pedro Volkmer de Castilho e Rafael Heinck dissecando uma baleia minke anã (Balaenoptera acutorostrata).

Professor Paulo C. Simões Lopes medindo cranio de baleia sei  (Balaenoptera borealis).

Montagem de esqueleto da espécie Steno bredanensis em 1988.

Nós lutamos para protege-los da extinção, do descaso e dos maus-tratos. Nós lutamos pela educação para todos, pela conservação e pelo conhecimento científico. Nós divulgamos tudo o que aprendemos para a comunidade e estamos sempre prontos a receber estudantes de todas as escolas públicas ou privadas e também de todas as idades. Nós levamos até você o que sabemos. Vamos até a praça, aos parques ou ao Hospital do Câncer e fazemos isso porque acreditamos numa vida melhor.

 

Somos estudantes e técnicos e professores.

E somos gratos pelo seu apoio e consideração.

Um ambiente melhor faz uma vida melhor.